Gosto Das Mulheres

Gosto das mulheres porque elas conhecem segredos que nós homens desconhecemos. Conhecem o segredo de dar vida, de suportar estoicamente as maiores dores, de ter paciência com as fraquezas humanas, de relativizarem aquilo que para nós homens é de uma importância extrema (de vida ou de morte).

Elas são mães que se enternecem com as nossas fraquezas, que tentamos dissimular, com as nossas ideias ridículas de que somos os melhores do mundo, com as figuras tristes que tantas vezes fazemos – e veem-nos como eternos filhos que hão de sempre querer voltar para junto delas, mesmo quando já não pertencerem a este mundo.

Gosto das mulheres porque elas são como as fontes, onde vamos matar a sede de pureza; ou são como as estrelas, que contemplamos em busca de saciar a vontade de descobrir o seu mistério. Gosto das mulheres porque estou sempre a voltar para elas, em pensamento, e porque sem elas não sairiam poemas do meu coração nem da minha imaginação.

Gosto das mulheres porque elas respondem ao muito que as amo, como se fossem estrelas sempre presentes no céu da minha alma, ou fossem o sol que todos os dias nasce. Gosto das mulheres, sim, porque, se não amasse, não sei o que seria a minha vida, e não seria certamente este campo de flores onde me deito para sonhar com tudo o que há de belo e maravilhoso no universo.

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